CIDADE

A nossa cobertura das sessões da Câmara começou já na edição de n°1

14/04/2018 17:00




Em dezembro/1988, transcorria a greve dos funcionários municipais, apesar de o prefeito Sette de Barros/PDT ter enviado projeto ao Legislativo prevendo 150% de reajuste salarial e instituindo vale-transporte para o funcionalismo.

Previa-se para 26/12/1988 reunião da Câmara para votar o projeto de reajuste dos salários. Tarcísio de Castro/PFL considerou “estarrecedor” o fim do Governo de Sette de Barros. Guilherme Saporetti/MDB acusava Sette de tentar inviabilizar o Governo Bartolomeu. Já Antônio Cezar Gonçalves Pereira/PT obteve a aprovação de duas propostas suas para o Legislativo: uma instituiu a Tribuna Livre; e a outra, o projeto de iniciativa popular.

Na comemoração das 1.500 edições, atualizamos informações de alguns personagens.

O odontó­logo Tarcísio de Castro (além de vereador, foi presidente da Fundação Acá­cio Martins da Costa/man­tenedora da Faculdade de Ciências Hu­manas) nos deu nesta semana este depoimento:

“A FOLHA vem prestando bons serviços à comunidade e informa todos os acontecimentos da região. Sou assinante e tenho o hábito de receber a FOLHA em casa. Inclusive sinto falta quando o Jornal não circula na se­mana de Carnaval. Reconheço que é difícil manter um jornal, pois são muitas informações para atualizar. Então vejo como um triunfo a perseverança da FOLHA.”

 

Em fins de 1988, o vereador Antônio Cezar concluiu o seu mandato e, nos anos seguintes, na condição de profissional do Direito, projetou-se na Subseção/PN da Ordem dos Advogados do Brasil/OAB, da qual foi presidente.

Nesta semana, ele nos disse que "a FOLHA tem papel muito importante na Imprensa na região e também a nível nacional, no quesito da qualidade do serviço prestado”. Ele enaltece os “fun­dadores, que administram o negócio de forma rigorosa. Outros jornais vieram e se foram, e a FOLHA se mantém pela sua gestão marcante, pelos seus profissionais, que buscam o melhor do jornalismo, com extrema responsabilidade”. No entender dele, “em função da grande relevância e da utilidade pública, o Jornal já entrou para a história da cidade”.

 

Guilher­me Saporetti hoje é aposentado, investiu em apicultura e nesta semana avaliou este Jornal:

“Este bom Jornal é o nosso principal meio de comunicação e se destaca como informativo de qualidade e respeito. A FOLHA deve continuar por muitos anos no mercado, pela sua relevância já consolidada e pelo universo de leitores cativos.”







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